Do multi de minha amiga Ana Maria,ainda temos aqueles que ousam sonhar..
terça-feira, 24 de julho de 2007
terça-feira, 10 de julho de 2007
"Numa experiência inédita, Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas
do Mundo, tocou incógnito durante 45 minutos, numa estação de metrô de
Washington, de manhã, na hora do rush, despertando pouca ou nenhuma
atenção. A iniciativa foi do jornal "Washington Post", com a idéia de lançar
um debate sobre arte, beleza e contextos.
Ninguém reparou também que o violinista tocava com um Stradivarius de
1713 - que vale 3,5 milhões de dólares. Três dias antes, Bell tinha
tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam 100
dólares.
Ali na estação de metrô foi ostensivamente ignorado pela maioria, à exceção
das crianças, que, inevitavelmente, paravam para escutar Bell...
Segundo o jornal, isto é um sinal de que todos nascemos com poesia e esta é
depois, lentamente, sufocada dentro de todos nós.
"Foi estranho ser ignorado" disse Bell, que é uma espécie de 'sex symbol' da
música clássica, vestido de jeans, t-shirt e boné de basebol, interpretou
"Chaconne", de Bach, que é, na sua opinião, "uma das maiores peças musicais
de sempre, mas também um dos grandes sucessos da história".
Executou ainda "Ave Maria", de Schubert, e "Estrellita", de Manuel Ponce -
mas a indiferença foi quase total.
Esse fato, aparentemente, não impressionou os usuários do metrô.
"Foi uma sensação muito estranha ver que as pessoas me ignoravam",
disse Bell, habituado ao aplauso.
"Num concerto, fico irritado se alguém tosse ou se um celular toca.
Mas no metrô as minhas expectativas diminuíram. Fiquei agradecido
pelo mínimo reconhecimento, mesmo um simples olhar", acrescentou.
Diretor da National Gallery, não se surpreende:
"A arte tem de estar em contexto". E dá um exemplo:
"Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante,
ninguém a notará".
do Mundo, tocou incógnito durante 45 minutos, numa estação de metrô de
Washington, de manhã, na hora do rush, despertando pouca ou nenhuma
atenção. A iniciativa foi do jornal "Washington Post", com a idéia de lançar
um debate sobre arte, beleza e contextos.
Ninguém reparou também que o violinista tocava com um Stradivarius de
1713 - que vale 3,5 milhões de dólares. Três dias antes, Bell tinha
tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam 100
dólares.
Ali na estação de metrô foi ostensivamente ignorado pela maioria, à exceção
das crianças, que, inevitavelmente, paravam para escutar Bell...
Segundo o jornal, isto é um sinal de que todos nascemos com poesia e esta é
depois, lentamente, sufocada dentro de todos nós.
"Foi estranho ser ignorado" disse Bell, que é uma espécie de 'sex symbol' da
música clássica, vestido de jeans, t-shirt e boné de basebol, interpretou
"Chaconne", de Bach, que é, na sua opinião, "uma das maiores peças musicais
de sempre, mas também um dos grandes sucessos da história".
Executou ainda "Ave Maria", de Schubert, e "Estrellita", de Manuel Ponce -
mas a indiferença foi quase total.
Esse fato, aparentemente, não impressionou os usuários do metrô.
"Foi uma sensação muito estranha ver que as pessoas me ignoravam",
disse Bell, habituado ao aplauso.
"Num concerto, fico irritado se alguém tosse ou se um celular toca.
Mas no metrô as minhas expectativas diminuíram. Fiquei agradecido
pelo mínimo reconhecimento, mesmo um simples olhar", acrescentou.
Diretor da National Gallery, não se surpreende:
"A arte tem de estar em contexto". E dá um exemplo:
"Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante,
ninguém a notará".
quinta-feira, 28 de junho de 2007
segunda-feira, 21 de maio de 2007
O Papa e a Nestlé
>A Nestlé solicitou uma reunião com o Papa no Vaticano. Após receber a
>benção
>do pontífice, o representante da empresa cochichou:
>
>- Vossa Santidade, nós temos uma oferta. A Nestlé está disposta a doar US$
>50 milhões à Igreja se Vossa Santidade mudar a frase da oração Pai Nosso,
>de
>"o pão nosso de cada dia nos dai hoje" para "o chocolate nosso de cada dia
>nos dai hoje".
>
>O Papa responde:
>
>- Isso é impossível. A oração é a palavra do Senhor e não pode ser mudada.
>
>- Bem - diz o homem - nós já prevíamos sua relutância e, por isso,
>aumentamos a oferta para US$ 100 milhões. Tudo o que pedimos é que se mude
>a
>frase de 'pão' para 'chocolate'.
>
>Novamente o Papa responde:
>
>- Isso, meu filho, é impossível. A prece é a palavra de Deus e não pode ser
>mudada.
>
>Finalmente, o homem da Nestlé diz:
>
>- Vossa Santidade, nós da Nestlé respeitamos vossa fé e sabemos da
>importância da oração para a Igreja, mas temos uma oferta final: doaremos
>US$ 500 milhões para a Igreja Católica, simplesmente se a frase "o pão
>nosso
>de cada dia" for mudada para "o chocolate nosso de cada dia". Por favor,
>pense nisso e nos posicione assim que possível.
>
>No dia seguinte, o Papa convoca o Colégio dos Cardeais e diz:
>
>- Tenho 2 notícias para dar: um má e a outra boa. A boa notícia é que a
>Igreja vai receber uma doação de US$ 500 milhões.
>
>- E a má notícia, Santidade? - pergunta um dos cardeais.
>
>Responde o Papa:
>
>- Nós vamos rescindir o contrato com a Pulmann...
>benção
>do pontífice, o representante da empresa cochichou:
>
>- Vossa Santidade, nós temos uma oferta. A Nestlé está disposta a doar US$
>50 milhões à Igreja se Vossa Santidade mudar a frase da oração Pai Nosso,
>de
>"o pão nosso de cada dia nos dai hoje" para "o chocolate nosso de cada dia
>nos dai hoje".
>
>O Papa responde:
>
>- Isso é impossível. A oração é a palavra do Senhor e não pode ser mudada.
>
>- Bem - diz o homem - nós já prevíamos sua relutância e, por isso,
>aumentamos a oferta para US$ 100 milhões. Tudo o que pedimos é que se mude
>a
>frase de 'pão' para 'chocolate'.
>
>Novamente o Papa responde:
>
>- Isso, meu filho, é impossível. A prece é a palavra de Deus e não pode ser
>mudada.
>
>Finalmente, o homem da Nestlé diz:
>
>- Vossa Santidade, nós da Nestlé respeitamos vossa fé e sabemos da
>importância da oração para a Igreja, mas temos uma oferta final: doaremos
>US$ 500 milhões para a Igreja Católica, simplesmente se a frase "o pão
>nosso
>de cada dia" for mudada para "o chocolate nosso de cada dia". Por favor,
>pense nisso e nos posicione assim que possível.
>
>No dia seguinte, o Papa convoca o Colégio dos Cardeais e diz:
>
>- Tenho 2 notícias para dar: um má e a outra boa. A boa notícia é que a
>Igreja vai receber uma doação de US$ 500 milhões.
>
>- E a má notícia, Santidade? - pergunta um dos cardeais.
>
>Responde o Papa:
>
>- Nós vamos rescindir o contrato com a Pulmann...
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Persistência
Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, dormindo apenas quatro horas por dia. Dorme ali mesmo, entre um pequeno torno e algumas ferramentas espalhadas.
Para poder continuar seus negócios, penhora sua casa e as jóias da esposa. Quando, finalmente, apresenta o resultado de seu trabalho à uma grande empresa, recebe a resposta que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.
O homem desiste? Não!
Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da chacota de seus colegas e de alguns professores, que o chamam de louco.
O homem fica ofendido? Não!
Dois anos depois de haver concluído o curso de qualidade, a empresa que o recusara, finalmente, fecha um contrato com ele. Seis meses depois, vêm a guerra. Sua fábrica é bombardeada duas vezes.
O homem se desespera e desiste? Não!
Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa.
Você pensará, é claro: bom, agora sim, ele desiste! Mais uma vez, não!
Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo país e este homem não pode sair de automóvel, nem para comprar alimentos para sua família.
Ele entra em pânico e decide não mais continuar seus propósitos? Não!
Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas.
Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas "bicicletas motorizadas".
A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria atender todos os pedidos! Decide montar uma fábrica para a novíssima invenção. Como não tem capital resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia parece excelente, consegue ajuda de 3.500 lojas, as quais lhe adiantaram uma pequena quantidade de dinheiro.
Hoje, a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística!
Esta conquista foi possível porque o Sr. Soichiro Honda, o homem de nossa história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.
Esta história é verídica.
Quantos de nós desistimos por muito menos?
Como está a sua persistência diante do que a vida tem lhe exigido?
Para poder continuar seus negócios, penhora sua casa e as jóias da esposa. Quando, finalmente, apresenta o resultado de seu trabalho à uma grande empresa, recebe a resposta que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.
O homem desiste? Não!
Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da chacota de seus colegas e de alguns professores, que o chamam de louco.
O homem fica ofendido? Não!
Dois anos depois de haver concluído o curso de qualidade, a empresa que o recusara, finalmente, fecha um contrato com ele. Seis meses depois, vêm a guerra. Sua fábrica é bombardeada duas vezes.
O homem se desespera e desiste? Não!
Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa.
Você pensará, é claro: bom, agora sim, ele desiste! Mais uma vez, não!
Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo país e este homem não pode sair de automóvel, nem para comprar alimentos para sua família.
Ele entra em pânico e decide não mais continuar seus propósitos? Não!
Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas.
Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas "bicicletas motorizadas".
A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria atender todos os pedidos! Decide montar uma fábrica para a novíssima invenção. Como não tem capital resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia parece excelente, consegue ajuda de 3.500 lojas, as quais lhe adiantaram uma pequena quantidade de dinheiro.
Hoje, a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística!
Esta conquista foi possível porque o Sr. Soichiro Honda, o homem de nossa história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.
Esta história é verídica.
Quantos de nós desistimos por muito menos?
Como está a sua persistência diante do que a vida tem lhe exigido?
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Suporte Técnico
Esta é uma história verídica do suporte de uma empresa
famosa de São Paulo. Não precisaria dizer que a pessoa que trabalhava
no suporte foi demitida, mas ela está movendo um processo contra a
organização, que a demitiu por justa causa. Segue o diálogo que gerou
a demissão, entre o ex-funcionário e um cliente da empresa:
- Help desk assistência, posso ajudar?
- Sim, bem... estou tendo problemas com o Word
- Que tipo de problema?
- Bem, eu estava digitando e, de repente, todas as palavras
sumiram.
- Sumiram?
- Elas desapareceram..
- Hum... o que aparece na sua tela?
- Nada.
- Nada?
- Está preta. Não aceita nada que eu digite.
- Você ainda está no Word ou já saiu?
- Como posso saber?
- Você vê o prompt C: na tela?
- O que é esse prompiti?
- Esquece. Você consegue mover o cursor pela tela?
- Não há cursor algum. Eu te disse, ele não aceita nada
que eu digite.
- Seu monitor tem um indicador de força?
- O que é um monitor?
- É essa tela que se parece com uma TV. Ele tem uma
luzinha que diz quando está ligado?
- Não sei
- Bom, olhe atrás do monitor, então. Veja onde está ligado
o cabo de força. - Você consegue fazer isso?
- Acho que sim.
- Ótimo. Siga para onde vai o cabo e me diga se ele está na
tomada.
- Tá sim.
- Atrás do monitor, você reparou que existem dois cabos?
- Não.
- Bom, eles estão aí. Preciso que você olhe e ache o outro cabo.
- OK. Achei.
- Siga-o e veja se está bem conectado na parte traseira do
computador.
- Não alcanço!
- Hum. Você consegue ver se está?
- Não.
- Mesmo se você se ajoelhar ou se debruçar sobre ele?
- Ah, não, tá muito escuro aqui!
- Escuro?
- Sim, a luz do escritório tá desligada, e a única luz que
eu tenho vem da janela, lá do outro lado.
- Bom, ligue a luz então!
- Não posso.
- Por que não?
- Porque estamos sem luz.
- Estão... sem luz? Pausa
longa..........- Ah! OK, descobrimos o problema
agora. Você ainda tem as caixas e os manuais que vieram com o
seu micro?
- Sim, estão no armário.
- Bom! Então, você pega tudo, desliga o seu sistema,
empacota e leva de volta para a loja.
- Sério?? O problema é tão grave assim?
- Sim, temo que seja.
- Bom, então tá. E o que eu digo na loja?
- Diga que você é burro demais pra ter um computador.
É REAL.....ESTÁ NA JUSTIÇA DO TRABALHO
famosa de São Paulo. Não precisaria dizer que a pessoa que trabalhava
no suporte foi demitida, mas ela está movendo um processo contra a
organização, que a demitiu por justa causa. Segue o diálogo que gerou
a demissão, entre o ex-funcionário e um cliente da empresa:
- Help desk assistência, posso ajudar?
- Sim, bem... estou tendo problemas com o Word
- Que tipo de problema?
- Bem, eu estava digitando e, de repente, todas as palavras
sumiram.
- Sumiram?
- Elas desapareceram.
- Hum... o que aparece na sua tela?
- Nada.
- Nada?
- Está preta. Não aceita nada que eu digite.
- Você ainda está no Word ou já saiu?
- Como posso saber?
- Você vê o prompt C: na tela?
- O que é esse prompiti?
- Esquece. Você consegue mover o cursor pela tela?
- Não há cursor algum. Eu te disse, ele não aceita nada
que eu digite.
- Seu monitor tem um indicador de força?
- O que é um monitor?
- É essa tela que se parece com uma TV. Ele tem uma
luzinha que diz quando está ligado?
- Não sei
- Bom, olhe atrás do monitor, então. Veja onde está ligado
o cabo de força. - Você consegue fazer isso?
- Acho que sim.
- Ótimo. Siga para onde vai o cabo e me diga se ele está na
tomada.
- Tá sim.
- Atrás do monitor, você reparou que existem dois cabos?
- Não.
- Bom, eles estão aí. Preciso que você olhe e ache o outro cabo.
- OK. Achei.
- Siga-o e veja se está bem conectado na parte traseira do
computador.
- Não alcanço!
- Hum. Você consegue ver se está?
- Não.
- Mesmo se você se ajoelhar ou se debruçar sobre ele?
- Ah, não, tá muito escuro aqui!
- Escuro?
- Sim, a luz do escritório tá desligada, e a única luz que
eu tenho vem da janela, lá do outro lado.
- Bom, ligue a luz então!
- Não posso.
- Por que não?
- Porque estamos sem luz.
- Estão... sem luz? Pausa
longa.......
agora. Você ainda tem as caixas e os manuais que vieram com o
seu micro?
- Sim, estão no armário.
- Bom! Então, você pega tudo, desliga o seu sistema,
empacota e leva de volta para a loja.
- Sério?? O problema é tão grave assim?
- Sim, temo que seja.
- Bom, então tá. E o que eu digo na loja?
- Diga que você é burro demais pra ter um computador.
É REAL.....ESTÁ NA JUSTIÇA DO TRABALHO
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